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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Integração precisa-se

Uma das situações que sempre me fez confusão acontece por estas alturas... Chega o início do novo ano, os elementos passam de uma Secção para a outra e depois....

O noviço é recebido por uma nova Secção (e uma nova Equipa de Animação) que poucas ou nenhumas informações recebe acerca do novo elemento.

Como está? Quais as suas áreas mais fortes? Que partes precisam de mais trabalho?

Decerto não há necessidade de recomeçar do zero de todas as vezes que a passagem ocorre!

Ao que sei, esta situação está a ser acautelada no RAP. Mas já se perdeu tanto tempo! Podia ser tudo resolvido tão rapidamente com uma pequena reunião entre os dirigentes das duas Secções.

domingo, 23 de agosto de 2009

As novas tecnologias no Escutismo

As novas tecnologias têm invadido a nossa vida de uma forma cada vez mais inevitável. Com o advento da Web2.0 a oferta tem aumentado exponencialmente, o que leva a um maior potencial de exposição do Movimento.

Para os Dirigentes que contactam directamente com os jovens, esta nova realidade implica uma actualização constante sob pena de passarmos a "falar" linguagens diferentes! Outra tentação a evitar será a de "fazer" Escutismo ao teclado de um computador!

No entanto, não se pode negar que a utilização das "novas tecnologias" poderá trazer alguns benefícios interessantes. Nomeadamente no que diz respeito à difusão mais alargada e rápida da informação, à criação de grupos de interesses entre elementos que estejam à distância (e que de outra maneira não se poderiam contactar) e à maior difusão da mensagem escutista.

Claro que tudo isto não pode, nem deve, substituir o que é a essência do Escutismo... Poderá ser introduzido como parte de um novo Sistema de Progresso?

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

vamos "dançar" ao som de um novo ritmo...

O RAP está aí! O CNE está em processo activo de renovação da sua oferta educativa. Para alguns o tema poderá não dizer muito mas irá tocar de perto a todos. A Flor de Lis publicou, recentemente, uma entrevista com o Ch Ivo Faria, coordenador de todo o processo. Abaixo fica uma pequena transcrição das partes mais relevantes.

DM: "O que é e porquê um programa de renovação do Escutismo"?

IF: "A Renovação da Acção Pedagógica (RAP) é a uma tradução não literal de “Renewed Aproach to Programme”, que significa exactamente “Renovação da Abordagem ao Programa”.Este é um projecto de renovação desenvolvido a nível internacional...repensarem o projecto educativo e a oferta pedagógica".

DM: "Quais são os objectivos de base do RAP"?

IF: "Achamos que era importante reforçar a acção...de educação não formal ou seja, na linha do aprender fazendo...(Tendo em conta forma) como trabalhamos nas quatro secções faltava algo que interligasse melhor as idades. Em Portugal, notámos que nas transferências ou passagens de secções perdíamos muitos elementos porque não se adaptam à secção seguinte".

DM: "Que inovações concretas introduz"?

IF: "Sem grandes desenvolvimentos, o RAP traz: uma proposta educativa para a associação; um novo sistema de progresso; um quadro simbólico e místico renovado; uma equipa de patronos renovada; modelos de vida para ajudar a enriquecer os imaginários das actividades e seis áreas de desenvolvimento pessoal".

Renovação Pedagógica

Alguns números e datas do projecto RAP

69 mil – número aproximado de escuteiros a nível nacional, segundo censos de 2008.

16 mil – número aproximado de escuteiros na Região de Braga, a mais numerosa do país.

94 – é o número de agrupamentos que a nível nacional estão a testar o RAP.

24 – número de agrupamentos na Região de Braga que estão a testar o RAP.

1 – Monserrate é o único agrupamento de Viana do Castelo que está incluído na fase piloto do RAP.

2001 – data do arranque do projecto em Portugal.

2003 – aprovada a definição dos objectivos.

2006 – aprovada a organização das secções.

2008 – início da fase piloto.

2009 – conclusão da fase piloto.

2010 – início da implementação em todos os agrupamentos

Como se pode verificar, o processo está bem lançado. Resta saber até que ponto se conseguirá transmitir toda a informação em tempo útil aos diversos níveis do CNE.